O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta amarelo de perigo potencial para baixa umidade do ar entre 30% e 20% em diversas regiões do país nesta quinta-feira (13).
O monitoramento ocorre em meio à possibilidade de uma onda de calor, que será confirmada após cinco dias de temperaturas acima da média. Para saber mais detalhes, continue a leitura.
Regiões afetadas pelo alerta de baixa umidade
O alerta amarelo divulgado pelo Inmet inclui grande parte do Centro-Oeste, do Sudeste e o norte da Região Nordeste, além de áreas pontuais do Norte do país.
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RECEBER ALERTAS →O aviso sinaliza risco potencial para municípios como Brasília, Goiânia, Cuiabá e parte de Minas Gerais e norte de São Paulo. No interior do Mato Grosso e Goiás, as temperaturas máximas podem se aproximar de 40°C, enquanto em Brasília a mínima prevista é de 18°C.
No Norte, o aviso cobre áreas do Acre, Amazonas, Roraima, Amapá e Pará, onde, apesar das nuvens e possibilidade de chuva, os termômetros devem registrar mínimas de 22°C em cidades como Palmas e Rio Branco e máximas de 37°C em Porto Velho e Palmas.
No Nordeste, o tempo seco predomina principalmente no centro-sul do Maranhão, Piauí, Ceará, além de parte do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Bahia; já as áreas litorâneas apresentam maior nebulosidade e chance de chuva.
O Sudeste também está incluído no alerta, principalmente no centro-norte de São Paulo e em grande parte de Minas Gerais, onde as temperaturas em Belo Horizonte podem variar entre 14°C e 32°C.
Já no Sul, o cenário é diferente, pois permanece vigente um alerta laranja para chuvas intensas em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, com precipitações de até 100 mm/dia e ventos de até 100 km/h, conforme o Inmet.
Riscos associados à baixa umidade
Baixos índices de umidade aumentam a ocorrência de incêndios florestais, agravamento de doenças respiratórias, ressecamento da pele e irritação dos olhos.
O Inmet informa que umidade relativa abaixo de 30% já acarreta risco à saúde, intensificando desconfortos, principalmente para crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios.
Além disso, a persistência de altas temperaturas e ausência de chuvas significa maior evaporação e potencial para deterioração de lavouras e pastagens, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, importantes para a produção agrícola nacional.
O órgão ressalta que, ao atingir patamares entre 20% e 30%, o ar seco impõe cuidados especiais em relação a atividades ao ar livre e exposição prolongada ao sol.
Medidas preventivas

O Inmet recomenda atenção redobrada para evitar problemas de saúde em períodos de baixa umidade do ar. Entre as principais orientações estão a ingestão frequente de água, umidificação de ambientes, uso de soro fisiológico nas vias respiratórias e suspensão de atividades físicas nos horários mais quentes do dia.
O órgão destaca que escolas, hospitais e instituições públicas devem adotar medidas para minimizar o impacto do clima seco, principalmente em municípios sob aviso.
Outras recomendações incluem evitar banhos quentes e prolongados para não intensificar o ressecamento da pele, manter toalhas úmidas em ambientes fechados e preferir roupas leves
O Ministério da Saúde ressalta que pessoas com doenças crônicas precisam de monitoramento adicional durante avisos de baixa umidade, especialmente em cidades com histórico elevado de problemas respiratórios nesta época do ano.
O Inmet permanece monitorando a evolução das condições climáticas e poderá atualizar o alerta nos próximos dias, caso haja manutenção dos baixos índices de umidade ou confirmação da onda de calor em parte do território nacional.
Para acompanhar as atualizações dos avisos meteorológicos e receber orientações específicas de saúde, continue acessando o portal Alerta Gov.












