A empresa Climatempo informou que uma onda de calor deve atingir as regiões Centro-Oeste, Norte, Sudeste e Sul entre os dias 15 e 20 de agosto, devido a uma área de alta pressão atmosférica sobre o centro do Brasil, com impacto em vários estados.
Além das altas temperaturas, a previsão indica uma queda significativa na umidade relativa do ar, especialmente em áreas do interior. Para saber mais detalhes sobre a previsão e conhecer as medidas de proteção recomendadas, continue a leitura.
Previsão detalhada da onda de calor em agosto de 2026
Segundo a Climatempo, a onda de calor prevista para agosto de 2026 deve provocar temperaturas até 42°C em pontos isolados do Centro-Oeste e Norte.
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RECEBER ALERTAS →O pico do fenômeno ocorrerá entre os dias 15 e 20 de agosto, período no qual diversas regiões registrarão quase uma semana seguida de calor intenso, condição que, conforme o órgão, já é considerada excepcional para o inverno brasileiro.
A forte massa de ar seco e quente funciona como bloqueio atmosférico, dificultando a chegada de frentes frias ao centro do país e reduzindo a formação de nuvens e chuvas. Isso amplia o número de horas de sol e contribui para o aquecimento adicional do ar que já estava quente nos últimos dias.
No critério usado para a previsão, são classificados como onda de calor os locais que passam ao menos cinco dias consecutivos com temperaturas 5°C ou mais acima da média histórica do mês para a respectiva região.
Regiões mais afetadas e impactos esperados
As áreas de maior concentração do fenômeno incluem o norte e o oeste do Paraná, regiões metropolitanas de São Paulo, Campinas e Sorocaba, além do Triângulo Mineiro. No Centro-Oeste, todo o Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e parte de Goiás devem ser impactados.
No Norte, Rondônia, Pará e Tocantins apresentaram previsão de calor atípico, com risco de máximas históricas. Em cidades do nordeste paulista, Triângulo Mineiro e noroeste mineiro, são esperadas temperaturas entre 37°C e 39°C no auge da onda de calor.
O estado do Paraná pode subir até 37°C, enquanto o oeste catarinense e parte do Rio Grande do Sul devem variar entre 32°C e 34°C até o início da semana seguinte.
Fora da área oficialmente classificada como onda de calor, outras partes do Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste enfrentarão valores bem acima da média para o mês.
O bloqueio atmosférico intensificado pode ocasionar recordes históricos, especialmente nas capitais Cuiabá, Goiânia, Campo Grande, Brasília, Palmas, Porto Velho e Teresina.

Recomendações para lidar com temperaturas extremas
Para reduzir riscos à saúde diante de temperaturas prolongadas acima do normal, especialistas recomendam reforçar a hidratação e evitar exposição direta ao sol entre 10h e 16h nos dias mais quentes.
Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas requerem atenção redobrada aos sinais de desidratação e exaustão térmica.
Nos locais com previsão de umidade relativa do ar abaixo de 20%, conforme a Climatempo, é indicado umidificar ambientes internos, manter ventilação e recorrer a roupas leves.
A ingestão frequente de água, mesmo sem sede, reduz o risco de complicações durante a onda de calor.
Medidas governamentais e alertas oficiais
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emite avisos de onda de calor e baixa umidade para prefeituras, serviços de saúde e população quando índices críticos são atingidos em uma determinada região.
Para agosto de 2026, o Inmet orientou órgãos municipais a intensificarem a comunicação de riscos e o suporte a grupos vulneráveis durante o episódio climático.
Além dos avisos meteorológicos enviados via sistemas de defesa civil, algumas cidades do Centro-Oeste e Sudeste ativaram planos de contingência para atendimento em unidades de saúde. A emissão de novos avisos dependerá do monitoramento contínuo das previsões ao longo do evento.
Como se manter atualizado sobre a previsão do tempo
O acompanhamento das atualizações oficiais é considerado fundamental para orientações preventivas e avaliação de mudanças abruptas nas condições climáticas.
Para acompanhamento em tempo real da onda de calor, a Climatempo e o Inmet disponibilizam boletins diários em seus portais, detalhando o avanço do fenômeno e as regiões sob alerta.
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